Todas as pessoas a partir do seu nascimento passam por uma caracterização cultural e ideológica, onde são pré-determinadas as suas preferências, modo de se vestir, falar, comer; os lugares que vão freqüentar, o tipo de música que vão ouvir, se vão ter religião, qual seguirão, sua visão política e etc.
Todos os dias as pessoas lêem nos jornais noticias desastrosas fruto da irresponsabilidade de alguém, da falta de compromisso, seja de um político que precisa olhar pela população num processo de reeducação civil ou da não atitude de um popular mais instruído que poderia orientar uma e mais pessoas para uma visão mais aberta de responsabilidade social.
A expressão carnavalização, surge a partir da realidade do período carnavalesco, onde um grande índice de acidentes de trânsito acontece na maioria com vitimas fatais, a taxa de natalidade aumenta pela difusão do sexo demasiado, e a AIDS se espalha de maneira assustadora. Essa carnavalização é facilmente percebida, em outros setores da sociedade; na distribuição de renda e no setor trabalhista por exemplo. Existe um abismo social gigantesco, e prejuízos socias, como a exploração do trabalho infantil, e ainda hoje escravização de seres humanos. Todas essas situações são resultadas de anos e anos de um Brasil governado de maneira irresponsável, de uma economia mal estruturada, de sobretaxas e inflações.
É necessário que cidadãos se tornem multiplicadores de uma cultura não carnavalesca, com movimentos em prol da educação e da reabilitação social, que lancem ainda, movimentos revolucionários, que tenham um poder de cobrança política, ajudando a diminuir e acabar o abismo entre ricos e pobres, e não com a distribuição de cestas básicas, mas sim com a não massificação deste povo que merece respeito e que precisa de justiça o mais rápido o possível.
Todos os dias as pessoas lêem nos jornais noticias desastrosas fruto da irresponsabilidade de alguém, da falta de compromisso, seja de um político que precisa olhar pela população num processo de reeducação civil ou da não atitude de um popular mais instruído que poderia orientar uma e mais pessoas para uma visão mais aberta de responsabilidade social.
A expressão carnavalização, surge a partir da realidade do período carnavalesco, onde um grande índice de acidentes de trânsito acontece na maioria com vitimas fatais, a taxa de natalidade aumenta pela difusão do sexo demasiado, e a AIDS se espalha de maneira assustadora. Essa carnavalização é facilmente percebida, em outros setores da sociedade; na distribuição de renda e no setor trabalhista por exemplo. Existe um abismo social gigantesco, e prejuízos socias, como a exploração do trabalho infantil, e ainda hoje escravização de seres humanos. Todas essas situações são resultadas de anos e anos de um Brasil governado de maneira irresponsável, de uma economia mal estruturada, de sobretaxas e inflações.
É necessário que cidadãos se tornem multiplicadores de uma cultura não carnavalesca, com movimentos em prol da educação e da reabilitação social, que lancem ainda, movimentos revolucionários, que tenham um poder de cobrança política, ajudando a diminuir e acabar o abismo entre ricos e pobres, e não com a distribuição de cestas básicas, mas sim com a não massificação deste povo que merece respeito e que precisa de justiça o mais rápido o possível.
2 comentarios:
As mazelas que assolam nosso país são muitas e varidas. Todas elas fruto da deseducação da maioria da população e da mesquinhez e desumanidade dos políticos que governam a nação. Por sua vez, os brasileiros contribuem para que a situação não mude, pois, diante de tanta miséria, tanta corrupção, tanto desmando ainda encontram ânimo, tempo e disposição para festejar. É precisar indignar-se com o atual estado das coisas e reclamar por melhorias, por responsabilidade e por compromisso social nas ações políticas. Festeja-se o quê, afinal?
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